12/06/2016 por Márcio Bastos

Angry Birds – O Filme

Passarinhos nervosos ganham as telas com público infantil como principal alvo do estilingue

Chuck, Red e Bomba. (Foto: Divulgação)

Chuck, Red e Bomba. (Foto: Divulgação)

Atualmente, a nova tendência dos estúdios para faturar alto nas bilheterias tem sido adaptar games para a telona. Prevenindo-se de uma possível saturação das adaptações de HQs, os engravatados já estão correndo atrás de novos hits. E o público infantil também está no alvo do estilingue.

Em cartaz, ANGRY BIRDS – O FILME é um dos que seguem essa tendência. Tá certo que ele é apenas uma adaptação animada de joguinho de celular e passa longe de estar entre ambiciosas produções como WARCRAFT – O PRIMEIRO ENCONTRO DE DOIS MUNDOS e do vindouro ASSASSIN’S CREED, que será estrelado por Michael Fassbender e Marion Cotillard.

Ainda assim, soma em torno de US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais. Nada mal para uma produção que, investindo pesado em marketing e distribuição, continua arrecadando sem freio.

O jogo de destruir tudo com passarinhos acredito que todo mundo conhece. Um dos primeiros games de sucesso dos smartphones chega aos cinemas com o desafio de mostrar uma história que até então nunca existiu de verdade. Sem inventar demais, encontraram um caminho – cheio de clichês, é verdade – que pelo menos para a meninada tem sido aprovadíssimo.

O protagonista se chama Red. Sempre nervoso com tudo, o pássaro de sobrancelhas salientes é encaminhado a sessões de terapia com intuito de curar sua agressividade. Lá conhece Chuck e Bomba, outros dois pássaros que também passam por tratamento. Juntos, eles comandam a brincadeira, que envolve porcos verdes, ovos roubados e aves projetadas no ar.

Longe de ser um clássico, a animação alcança o que se propõe: entreter crianças tirando, por tabela, boas risadas de adultos. Se você não é um abusado de plantão que procura sempre ver histórias rebuscadas em tudo, pode encarar sem medo.

Como o foco maior são os pequenos, destaco a versão dublada, que traz Marcelo Adnet, Fábio Porchat e Mauro Ramos nas vozes dos protagonistas. Apesar de os dois primeiros não serem dubladores profissionais, eles deram conta do recado e o resultado é bem divertido.

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